Clinical Psychologists’ Practice Against Psychic Suffering Originated from Racism
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

Keywords

clinical psychology
racism
mental health
psychotherapy

How to Cite

SANTOS, Felipe Barbosa dos; CASTELAR, Marilda; MACHADO, Veridiana Silva; LISBOA, Milena Silva; SOUTO , Verena Souza. Clinical Psychologists’ Practice Against Psychic Suffering Originated from Racism. Revista Psicologia e Saúde, Campo Grande, v. 15, n. 1, p. e1512068, 2023. DOI: 10.20435/pssa.v15i1.2068. Disponível em: https://www.pssa.ucdb.br/pssa/article/view/2068. Acesso em: 16 mar. 2026.

Abstract

Introduction: According to their code of ethics, psychology professionals must fight any type of violence and discrimination, thus recognizing racism as a determinant in health. This study aims to analyze Salvador’s clinical psychologist’s ways of practice against racism, and racism-related patient demands. Methods: It’s a qualitative, descriptive, and exploratory research. We analyzed six interviews with Salvador psychologists who identify as black and work with race relations. Results: The results show that racism appears in clinical practice, as a primary demand or related to another suffering state. Discussions and Conclusions: After identifying it, there’s a concern about potentialize ways of elaboration of this specific suffering. This data can help psychological activity about psychic suffering brought on by racism.

https://doi.org/10.20435/pssa.v15i1.2068
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

References

Akotirene, C. (2018). O que é Interseccionalidade? Letramento. (Coleções Feminismos Plurais).

Barbosa, I. M., Souza, J. W. F., & Vieira, M. M. (2018). Relações étnico-raciais, políticas de gênero e interseccionalidades. Caderno Espaço Feminino, 3(1), 30–39. http://dx.doi.org/10.14393/CEF-v31n1-2018-2

Batista, W. M., & Mastroni, J. (2018). Dos fundamentos extraeconômicos do racismo no Brasil. Revista de Direito Práxis, 9(4), 2332–2359. http://dx.doi.org/10.1590/2179-8966/2018/30077

Bujato, I. A., & Souza, E. M. (2020). O contexto universitário enquanto mundo do trabalho segundo docentes negros: Diferentes expressões de racismo e como elas acontecem. READ - Revista Eletrônica de Administração, 26(1), 210–237. https://doi.org/10.1590/1413-2311.282.95038

Conselho Federal de Psicologia (2005). Código de ética do psicólogo. https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2012/07/codigo-de-etica-psicologia-1.pdf

Conselho Federal de Psicologia (2017). Relações raciais: Referências técnicas para atuação de psicólogas/os.

Deslandes, S., Gomes, R., & Neto, C, O. (2002). Pesquisa social: Teoria método e criatividade. Editora Vozes.

Fanon, F. (2020). Pele negra, máscaras brancas: A experiência vivida do negro. UBU.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estática. (2020). Censo 2010. https://www.ibge.gov.br/

Kilomba, G. (2019). Memórias da plantação: Episódios de racismo cotidiano. Cobogó.

Lucchese, R., Sousa, K., Bonfin, S.P., Vera, I., & Santana, F. R. (2014). Prevalência de transtorno mental comum na atenção primária. Acta Paulista de Enfermagem, 27(3), 200–207. https://dx.doi.org/10.1590/1982-0194201400035

Madeira, Z., & Gomes, D. D. O. (2018). Persistentes desigualdades raciais e resistências negras no Brasil contemporâneo. Serviço Social & Sociedade, (133), 463–479. https://dx.doi.org/10.1590/0101-6628.154

Minayo, M. C. S. (2012). Análise qualitativa: Teoria, passos e fidedignidade. Ciência & Saúde Coletiva, 17(3), 621–626. https://doi.org/10.1590/S1413-81232012000300007

Munanga, K. (2004). Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. https://www.geledes.org.br/wpcontent/uploads/2014/04/Uma-abordagem-conceitual-das-nocoes-de-raca-racismo-dentidadee-etnia.pdf

Pereira, B. C. D. (2019). Racismo religioso e ideologia do branqueamento no Brasil. Revista de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros, (4), 59–76. http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/kwanissa/article/view/11434/7561

Remenche, M. L. R., & Sippel, J. (2019). Escrevivência de Conceição Evaristo como reconstrução do tecido da memória brasileira. Cadernos de Linguagem e Sociedade, 20(2). https://periodicos.unb.br/index.php/les/article/view/23381/24574

Rosa, M. D., Braga, A. P. M. (2018). Articulações entre psicanálise e negritude: Desamparo discursivo, constituição subjetiva e traços identificatórios. Revista da ABPN, (24), 89–107. https://abpnrevista.org.br/index.php/site/article/view/575/459

Schucman, L. V., & Martins, H. V. (2017). A Psicologia e o discurso racial sobre o negro: Do “Objeto da Ciência” ao sujeito político. Psicologia: Ciência e Profissão, 37(spe), 172–185. https://dx.doi.org/10.1590/1982-3703130002017

Tavares, J. S. C., & Kuratani, S. M. A. (2019). Manejo clínico das repercussões do racismo entre mulheres que se “tornaram negras”. Psicologia: Ciência e Profissão, (39). https://dx.doi.org/10.1590/1982-3703003184764

Vinuto, J. (2014). A amostragem em bola de neve na pesquisa qualitativa: Um debate em aberto. Tematicas, 22(44), 203–220. https://doi.org/10.20396/tematicas.v22i44.10977.

Creative Commons License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.